A consulta pública, liderada pelo Ministério da Fazenda, recebe contribuições para definir como serão classificadas as atividades, os projetos e os investimentos turísticos que contribuem para objetivos ambientais, e subsidiará a segunda edição da taxonomia.
Hotéis, pousadas, agências e operadores têm até 20 de novembro para opinar sobre os critérios que vão definir quais atividades turísticas contribuem para objetivos ambientais. As sugestões podem ser enviadas pela plataforma Brasil Participativo.
A consulta é liderada pelo Ministério da Fazenda, e as contribuições recebidas servirão para a segunda edição da Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB), um catálogo que identifica e define as atividades e os projetos capazes de promover o desenvolvimento sustentável em diferentes setores da economia.
No caso do turismo, o Ministério do Turismo busca a opinião de quem atua no setor sobre critérios para classificar atividades, projetos e investimentos que contribuam para três objetivos: a proteção e a restauração da biodiversidade e dos ecossistemas, o uso sustentável do solo e das florestas, e a transição para uma economia circular. Além de hotéis, pousadas, agências e operadores, a consulta inclui empreendimentos de lazer e entretenimento.
O Ministério do Turismo integra o Comitê Interinstitucional da Taxonomia Sustentável Brasileira, criado pelo Governo Federal em 2024. O colegiado coordena o desenvolvimento e a implementação de iniciativas voltadas ao cumprimento de objetivos climáticos, ambientais e sociais.
O ministro Gustavo Feliciano pediu que todos contribuam com sugestões e experiências, e que apontem oportunidades e desafios das práticas mais sustentáveis nas atividades turísticas. “A participação de quem conhece e atua no setor é fundamental para que os critérios propostos considerem a realidade do turismo brasileiro”, afirmou.



