A companhia operará 14 voos semanais entre o Aeroporto Internacional do Galeão e o hub de Miami entre outubro de 2026 e março de 2027, um aumento de mais de 30% na oferta de assentos em relação ao mesmo período do ano anterior.
O Rio de Janeiro vai ganhar muito mais conexões com os Estados Unidos na próxima temporada de verão do hemisfério norte. A American Airlines anunciou a ampliação de sua operação no Aeroporto Internacional do Galeão (GIG), com a adição de voos extras para o Aeroporto Internacional de Miami (MIA), seu principal hub de conexões internacionais. A programação ampliada começa em 25 de outubro de 2026 e vai até 27 de março de 2027.
Durante esse período, a rota passará a contar com dois voos diários, totalizando 14 frequências semanais — um crescimento superior a 30% na oferta de assentos em comparação com o mesmo intervalo de 2025. Para operar essa capacidade adicional, a companhia utilizará aeronaves de fuselagem larga: o Boeing 777-200ER, com capacidade para 273 passageiros e configuração de cabine Flagship Business, e o Boeing 787-8 Dreamliner, com 234 assentos e tecnologia de materiais compostos que reduz a pressurização da cabine e diminui o cansaço dos passageiros em voos de longa distância.
A expansão da rota Miami-Rio faz parte de um movimento mais amplo de fortalecimento da American Airlines no mercado brasileiro. O Galeão já conta com serviço diário para o Aeroporto JFK, em Nova York, e com até um voo diário para Dallas/Fort Worth (DFW). Com todas essas operações combinadas, a companhia projeta um aumento total de 20% na capacidade de assentos no Rio de Janeiro em relação ao ano anterior. Alexandre Cavalcanti, diretor de vendas para Flórida, América Latina e Caribe, destacou que a ampliação oferece aos clientes mais opções de voo e melhores conexões por meio da rede global da empresa.
O crescimento da American Airlines no Galeão também coincide com um momento de retomada do aeroporto. Após mudanças regulatórias que restringiram os voos domésticos no Aeroporto Santos Dumont, o Galeão voltou a ocupar seu papel histórico como principal porta de entrada internacional da cidade, o que torna o hub carioca ainda mais estratégico para as companhias aéreas internacionais que operam no Brasil.

