Valor da Taxa de Preservação Ambiental aumentou 4,4% e já está em vigor desde 1º de janeiro; cobrança é progressiva conforme o tempo de permanência na ilha.
Os turistas que visitam o arquipélago de Fernando de Noronha já estão pagando mais caro para permanecer na ilha em 2026. A Taxa de Preservação Ambiental (TPA), cobrada de todos os visitantes não residentes, foi reajustada em 4,4% e passou de R$ 101,33 para R$ 105,79 por dia, conforme divulgado pela Administração da Ilha. O novo valor entrou em vigor no dia 1º de janeiro.
A TPA é uma cobrança prevista por lei desde 1989 e tem como objetivo contribuir para a conservação ambiental de um dos destinos mais exclusivos e sensíveis do Brasil. O reajuste anual é calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
A taxa tem caráter progressivo: quanto maior o número de dias na ilha, maior o valor cobrado, como forma de desencorajar estadias prolongadas. Por exemplo, uma permanência de sete dias custa R$ 672,85, enquanto 30 dias representam um desembolso de R$ 7.460,56.
A TPA deve ser paga individualmente e, preferencialmente, antes do embarque para a ilha. O pagamento pode ser feito por meio de boleto bancário ou cartão de crédito emitido no Brasil, por meio do site oficial da Administração do Distrito de Fernando de Noronha. Caso o turista possua cartão de crédito internacional, o pagamento deverá ser realizado presencialmente no balcão do aeroporto, no momento da chegada.
Além da TPA, o ingresso para acessar o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha também sofreu reajuste. Desde 1º de novembro de 2025, brasileiros pagam R$ 192 (antes, R$ 186,50), enquanto estrangeiros desembolsam R$ 384 (ante R$ 373). O bilhete tem validade de dez dias e pode ser adquirido pelo site do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão responsável pela gestão do parque.



