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O turismo segundo Lula da Silva

Lula da Silva se impôs por mínima diferença no segundo turno mais polarizado da história do Brasil e será novamente presidente. O mandatário obteve 50,90% frente a 49,10% de Jair Bolsonaro, e voltará ao poder. Aumentar a renda dos brasileiros para incentivar as viagens, fortalecer a Embratur e reformular a política nacional de turismo são algumas de suas propostas para o setor.

Para Lula da Silva, novo presidente do Brasil, o turismo joga um papel muito importante em sua administração. “O turismo necessita voltar a crescer e as pessoas a viajarem e conhecer esse país”, disse.

Durante sua campanha, o mandatário ressaltou os principais objetivos que alcançou quando foi presidente no período de 1° de janeiro de 2003 a 31 de dezembro de 2010. Dentro dessas aprendizagens estão: a criação do Ministério do Turismo; a ampliação do orçamento para o setor; a construção do Plano Nacional de Turismo, que incluiu dois planos de marketing: Cores (mercado nacional) e Aquarela, (mercado internacional), que gerou a Marca Brasil; a execução de obras de infraestrutura e estruturação de destinos por todo o país.

“Entre os grandes resultados, estão o crescimento do número de turistas domésticos, onde passamos de 30 para mais de 100 milhões de passageiros em aviões por ano, a tarifa média caiu de 900,00 para 400,00 reais, onde o Brasil passou a ser top 10 no ranking de eventos internacionais da ICCA”, exaltou.

As propostas

A partir desta experiência, o novo presidente disse que, para este mandato vai ver mais e melhor, “resgatando bons programas e reconstruindo o turismo com agendas contemporâneas, como desenvolvimento sustentável, combate ao desemprego, às desigualdades, e com estímulos à investigação, inovação e novas experiências para a transformação do turismo nas regiões brasileiras, valorizando nossa cultura, nosso patrimônio histórico, nossa biodiversidade e nos vários segmentos deste mercado”, explicou.

Do mesmo modo, dentro de suas propostas se destacou a insistência de aumentar a renda dos brasileiros para incluir as viagens em sua cesta de consumo, além de facilitar o acesso aos créditos para as viagens. Quanto aos empresários individuais (MEI) e empresas de micro, pequeno e médio porte, indicou que necessitam melhores condições para o acesso a empréstimos, com juros mais baixos, através de bancos públicos.

Adicionalmente, em sua campanha garantiu que vai fortalecer a Embratur, onde se incorpora mecanismos e ferramentas de gestão com base em dados confiáveis, em investigações, em ciência, em big data e em inteligência artificial.

“Vamos organizar um novo plano internacional de marketing e restabelecer o uso de uma Marca Brasil, baseada em estudos profundos e campanha de recall com os grupos de interesse no produto turístico brasileiro e restabelecer o relacionamento com os principais operadores de turismo e companhias aéreas”, disse.

Por último, indicou que vai ser reformulada a política nacional de turismo, inclusive com foco em investimentos para ampliação e melhoria da infraestrutura. “Temos poucos portos para passageiros de cruzeiros no país, necessitamos melhorar equipamentos e segurança em marinas, e nossas travas burocráticas confundem demais”, disse.

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