Setores aéreo e hoteleiro lideram o faturamento; expectativa para 2026 é de crescimento contínuo com impacto positivo em toda a cadeia turística.
O turismo de negócios no Brasil alcançou um marco histórico em 2025, registrando um faturamento recorde de R$ 13,7 bilhões. O valor representa um crescimento sobre o desempenho de 2024, quando o setor havia movimentado R$ 13,6 bilhões, reafirmando a força do segmento como motor da economia brasileira.
A maior parte desse faturamento foi puxada pelos serviços aéreos, que responderam por 57,51% da receita total, somando R$ 7,87 bilhões. Em segundo lugar, o setor de hospedagem também demonstrou vigor, alcançando R$ 4,2 bilhões e representando aproximadamente 31% do volume financeiro movimentado pelas viagens corporativas.
Serviços complementares ao turismo de negócios, como locação de veículos, alimentação, seguros e experiências personalizadas, somaram R$ 893,35 milhões, correspondendo a 6,53% do total.
Além dos segmentos consolidados, algumas áreas apresentaram crescimento expressivo em 2025. As viagens corporativas de cruzeiro, por exemplo, tiveram avanço de 44,97%, impulsionadas por roteiros temáticos e eventos a bordo. Os serviços de transfer cresceram 25,36%, e o transporte rodoviário teve uma alta de 14,89%. Já os demais serviços complementares observaram uma expansão de 17,13%, evidenciando uma tendência de diversificação nas demandas corporativas.
A perspectiva para 2026 é de manutenção da trajetória de alta. A estimativa é que o faturamento atinja R$ 14 bilhões, com estabilidade nos setores tradicionais e novas oportunidades de negócio em áreas emergentes. O cenário é considerado promissor por analistas do setor, que destacam o impacto positivo do turismo corporativo na geração de empregos e no fortalecimento da cadeia produtiva do turismo em todo o país.
O desempenho robusto do setor reafirma o papel estratégico do turismo de negócios no Brasil, especialmente em um momento em que empresas buscam soluções cada vez mais integradas para mobilidade, hospedagem e eventos, valorizando a eficiência, a personalização e a sustentabilidade em suas operações.




